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Trilogia!



Eis que me surge a última curva, a última trilha,
A casa que um dia foi minha, a minha frente,
A me saldar em seu silêncio...
Com seu jardim, sempre o mesmo...
A porta de tábua ainda lá,
A cor desbotada, ainda lá!
Todo labor exala de tudo aqui,
Mesmo exposto a tanto relento, quanto tempo, quanto tempo!
A mesma casa a proteger do relento aqueles corpos...
Que a tanto não abraço, nem vejo!
A guardar aqueles a quem tanto amo, hoje tão mudos,
Quanto que não os ouço!- Há um mundo de silêncio!
Talvez por causa do passado, que me fez só neste mundo em desalento!-Mudo!
Lar, corrente quente, que desperta na gente, um sentido de existir!
Casa onde temos as nossas primeiras asas,
E as derradeiras por vir!
Gente, gente! O lar é um elo da corrente,
É como o mar, o céu, é a vida da gente...
Quantos pensamentos, no retorno ao lar!
Ninho de mãe, pai e filhos...
Cheguei, que venham correndo...
Que venham gritando:- Marido! Filhos! Pai!
Edvaldo Rosa
Enviado por Edvaldo Rosa em 22/10/2005
Reeditado em 22/10/2005
Código do texto: T62281
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Edvaldo Rosa
São Paulo - São Paulo - Brasil, 58 anos
1815 textos (189875 leituras)
23 áudios (10875 audições)
39 e-livros (10818 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/08/20 09:16)
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