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Mente que mente

Ah, mente juvenil
Mostra-te tão imponente
Dá-me o vigor viril
Das coisas de antigamente

Somente tu pensas que pode
Ledo engano, bem sabes
Nada é como antes
Nem mesmo no quartel de Abrantes

Cai a pele afina o braço
A luz embaça enfraquece
Quase tudo é embaraço
Mas tu quase nada esquece

Tudo queda menos tu
Bom é o tempo para ti
Ouves glórias e lamentos
E não estás nem aí

Mente que se alegra a toa
Melhor que sejas assim
Esquece que o tempo voa
Sempre mentindo pra mim

Muita bravata pouca bravura
Mente louca é o que tu és
Faz-me pensar ser outro
Arrepia-me da cabeça aos pés
António Souza
Enviado por António Souza em 16/05/2018
Código do texto: T6338255
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
António Souza
Manaus - Amazonas - Brasil
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António Souza

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