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Proseando com Chimarrão

Amiga, enquanto sorves este chimarrão, orgulho de toda gente, nascida nesse rincão, eu lhe conto as minhas razões, para como dizes, viver na solidão.
Não sou prenda que anda com qualquer peão, e que pra conquistar, este meu nobre  coração, tem que ser honesto e bão.
Sei que o gaudério Pai do Céu, que me presenteia com muitas  bênçãos, me reserva essa predestinação, um amor que mereça este meu solitário coração. Não sei ao certo de onde procederá, se é  destas bandas ou das bandas de acolá, mas também pode ser que esteja mais distante, além  do mar.
Ainda, penso amiga! Que pode  ser também, que ele não mais esteja neste mundo, mas só saberei, com a minha desencarnação.
Só peço a Deus, minha amiga, que eu saiba na hora a identificação, pois sentimentos muitas vezes, enganam  nosso solitário coração.
Assim sigo meus dias, entre amigos e chimarrão. Tem alegrias nesta vida, amiga; que  deixo aos cuidados do Gaudério Celestial, pois Ele sabe melhor que nós, nos dar satisfação. E concluo,  amiga, enquanto sirvo meu mate, que não sinto essa tal de solidão, por que sou rodeada de tanta gente, que são em Cristo meus Irmãos!
Agora chegou minha vez, de sorver o  chimarrão amigo, que por nós foi preparado, para este dedo de prosa, me conte o que lhe vai ao coração!
SilScher
Enviado por SilScher em 11/09/2007
Código do texto: T647939
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
SilScher
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil
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