Catástrofes humanas

Fraturas expostas exibidas nos raios x do mundo, onde a terra em fendas engole vidas e construções. Namoro de placas tectônicas, tsunamis de devastações na convulsão causada. Em outras partes, crateras que vomitam lavas incandescentes e festejam com fumaça tóxica, ofuscando brilhos de vida. E no meio dos oceanos, formam-se bailados de ventos fortes, arrastando embarcações; E na tormenta, tornados e tufões formados, pisam a praia e adentram cidades e povoados e saem arrastando o que se tem pela frente. Há épocas de calores intensos, de frio sem igual e ainda as correntezas provindas dos excessos dos rios poluídos e das ruas vestidas de lixo, quando a chuva cai intensamente. Natureza se faz forte por ser impetuosa em suas ações. Homem a torna revoltada, por ser ignorante em suas ambições.

Extraem-se matérias primas para transformação em produtos de utilidades e de exibicionismo. O consumismo se entretém na dúvida das formas e procedências, dos recursos e conveniências. Há fábricas para a medicina, na expectativa de curar enfermidades e muito mais na ânsia de querer ganhar com os métodos de curas descobertos, extraídos da capacidade mental e das partículas da natureza. Em todos os campos comerciais ressaltando necessidades de consumo e luxo, vão se aumentando poluições no desenvolvimento maquinário das fábricas e seus métodos inovadores que constroem facilidades e destroem ares solos e águas, lançando bactérias e micro partículas de poluentes no orbe. Daí resulta as catástrofes ambientais. Veículos automotores cortam estradas e povoam cidades. Viajam e junto às chaminés industriais destroem a camada de ozônio. As matas são derrubadas, as serras desmontadas em minérios, os rios recebidos com detritos restantes de processos de transformação. Fauna e flora são consumidas constantemente.

E o homem se arma de ciência para inventar viagens a lua, Marte; E aqui na terra, do lado dos poderosos, estudam-se os átomos de urânio e hidrogênio, radares e combustíveis para desenvolverem alta velocidade de mísseis com capacidade de transporte de ogivas atômicas. Já não bastam as incuráveis feridas que a humanidade carrega em suas adversidades sócias econômicas? Pra quê intenção de destruir o que se destrói lenta e diariamente? E pra quê as nações ostentam luxo em obras civis, mecânicas, hidráulicas e eletrônicas, em terras, ares e mares e ficam criando cartões postais, se no fundo guardam poderes tecnológicos e bélicos para destruírem a maior obra divina, que é a vida e a natureza?

Takinho
Enviado por Takinho em 23/01/2019
Reeditado em 20/08/2020
Código do texto: T6557415
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