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dodecaedro

Foi enfático e conciso
Descendo a penha para esmagar-me

Miava pretensões
em meu estaleiro sublime,
esperando o navio chegar

Um substituto subsistindo
Não é páreo a si mesmo
para parar

Paroxismo fez-me fungível
Dos ecos que dizem teu nome
De pão á fome

Confirmou-me o que eu já temia ser mentira
Meu barco quebrava, cedia.
Uma sereia procurando marinheiros para se alimentar

Agora adapto-me
Ao fundo do mar
Facas não fazem barulho
Enviado por Facas não fazem barulho em 14/08/2019
Código do texto: T6719774
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Facas não fazem barulho
Florianópolis - Santa Catarina - Brasil, 23 anos
120 textos (3648 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 26/08/19 01:33)
Facas não fazem barulho