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Pêssego

Mais uma vez  ela se esgota.
A espera pelo pêssego maduro
Por ora, se encerra e deixa desencantos
A pele, antes doce e suculenta, agora apodrece
Amarga, porosa, ojerizada pela vista.
O escárnio deixado pelos parasitas. A queda.
Desleixo do pessegueiro, altivo mas ludibriado pelas pragas.
Tudo deixa o espetáculo desastroso.
O rubor de outrora já dispensa admirações
Resta apenas um espaço vazio para mais um fruto descartado.
Metanóia
Enviado por Metanóia em 01/07/2020
Reeditado em 01/07/2020
Código do texto: T6993036
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Metanóia
Xexéu - Pernambuco - Brasil, 29 anos
34 textos (520 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 15/08/20 08:30)
Metanóia