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Identidade Declarada

São minhas taras,
minhas vaias,
minhas entranhas,
são meus arredores,
meus arcabouços,
meus passos revoltos.
São minhas idas,
minhas vindas,
minhas moradas,
sobram risadas,
faltam desistências,
razões se igualam.
Na minha boca o beijo,
nos olhos lampejos,
minha sandice e
lucidez são assumidas,
são meus os desejos
que me abrasam,
a carência em retaguarda,
e a minha voz emudece.
Meu consolo
o travesseiro,
a desilusão
meu retrocesso,
minha vaidade
nunca foi segredo,
confirma a moldura
do espelho.
Minha sapiência,
meu instinto voraz,
minha teimosia,
meu tempo de paz,
declaram minha
a identidade,
o amor a vida,
meu algo mais.

CarlaBezerra

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*INTERAÇÕES:

Recebo e agradeço essa gentileza do poeta Geovan, belos versos:

FLOR DIVINA

Divina flor,
Flor divina!
Tua beleza
A melhor rima.

Divina flor,
Flor de céus!
O teu primor,
E desenho de Deus.

Divina flor,
Flor angelical,
Teu olor é perfume...
Por ser celestial.

Divina flor,
Flor mulher...
Mulher divina,
A flor que é...

Geovan Rangel (03/07/2020)
Divina Flor
Enviado por Divina Flor em 02/07/2020
Reeditado em 03/07/2020
Código do texto: T6994423
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Divina Flor
Recife - Pernambuco - Brasil, 38 anos
194 textos (5416 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/08/20 18:49)
Divina Flor