Alicerce para a expansão

Sou apenas um grão de poeira,

Nesta imensidão cósmica.

Mas com grande poder –

De imaginação,

Hibernando em pensamentos –

No arremedo da ilusão.

A luz se mantém viva,

Na constelação do ser.

Emanando a positividade,

Para na Terra sobreviver.

Buscando sempre a paz,

Pelo simples prazer.

A luminescência deve ser a base,

O alicerce para a expansão –

Dissonante consciência,

Em combustão.

No linear da alquimia,

A exaltação.

O fogo crescente,

Como caieira –

Difusa iluminação.

A mente não mais confusa,

Pelo aspecto da religiosidade.

A abertura do discernimento,

Acrescentando o novo.

Velhos hábitos deixados para trás,

No movimento do mar revolto.

Revelando para alguns:

O inesperado.

Talvez a rigidez valha algum sentido,

No ato velado e retumbante.

A mercê de resultados veementes,

O aprendizado frequente.

Na figura geométrica,

Ultimamente pungente.

Demonstrando os mistérios,

Do triângulo.

No lusco fusco difuso,

A vertente do poder –

A ilusão.

Às vezes, com distrações,

Só desejo a calmaria.

A imensidão espelhada,

Com o Planeta Terra sem disputas.

Enormes áreas verdes,

Para quê possamos repousar.

Viver para o que realmente importa,

Sem preconceitos e julgamentos,

No verdadeiro respeito.

***

Blog Poesia Translúcida

Fabby (ana) Lima
Enviado por Fabby (ana) Lima em 31/10/2022
Código do texto: T7639657
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