DESPEDIDAS REGRESSIVAS

DESPEDIDAS REGRESSIVAS

Os regressos habitam no querer festivo, diário no nada possuído por idades.

O já estabiliza os hábitos naquilo que é um bem, melhorado pelas rendições saboreadas com as quentes penumbras das individualidades.

O onde dos objetos respira as demonstrações das visitas, definidas pelo aqui, escondido nas comparações das condições.

O continuar corre fora das localizações.

O vazio destina-se à ausência dos períodos.

As palavras ficam no apenas.

O absurdo inveja a pessoalidade dos exemplos.

Os jogos das mesmices sorriem para as coisas que há na ciência adiantada ao não das adversidades.

As capacidades entendem as conclusões sonoras dos desenhos instrumentais.

O ali alicerça estilos.

O tudo dos modos quase tóxicos opta pelos sofrimentos do fim.

Os lugares do poder humanizam os fingimentos das substituições inconscientes.

Os momentos de algo mundial tocam as vontades dos intervalos.

O ter vê as penetrações como fundos deixados no silêncio das semelhanças populares.

Cheias de degradações, as intensidades diminuem o egoísmo.

O agora morre num ainda, piorado pelas sombras dos recomeços próximos a incertezas.

O abraço escurece a solidão abrigada no instinto do florescer.

A pequenez conduz embarques.

O mais sonha com a vida.

O parecer prende direções.

O ódio das vozes exclama o enroscar das dormências.

Os esquecimentos acordam meios.

Os poemas do menos às vezes falam da morte projetada para as despedidas dos números.

Sofia Meireles.

Sofia Meireles
Enviado por Sofia Meireles em 02/01/2024
Código do texto: T7966957
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