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A CHUVA SERVIA, TAMBÉM, PARA DIVERSÃO DA GAROTADA

    Rio de Janeiro, Sexta-feira, 14 de Setembro de 2018
 


     Hoje em dia é muito comum todos se preocuparem com certas coisas. Principalmente as que envolvem a saúde. Tomam-se muito cuidado, por exemplo, com a validade dos produtos a serem consumidos por todos. Antigamente não havia nada disso. E nem por isso havia tanta tragédia entre nós.
    Quando garoto, em Anchieta, tomávamos banho num rio que separava o antigo Estado da Guanabara com o Estado do Rio de Janeiro. E já citei tal lugar em outro conto. Mas também costumávamos nos banhar nas valas de nossas redondezas, quando chovia torrencialmente.
     A chuva forte costumava criar verdadeiro rio em nossa rua. E alagava tudo, a ponto de invadir o interior das casas daquela região. Era um tremendo sufoco. E lembro o dia que tivemos que abandonar nossa casa num dia chuvoso desse, buscando abrigo no apartamento em um sobrado, de um vizinho próximo, que fraternalmente nos serviu.
     Mas quando as chuvas caíam durante o dia, nós, os garotos, costumávamos nos aproveitar para brincar nelas, principalmente com a rua alagada. Nadávamos e mergulhávamos como se numa praia ou rio estivéssemos. E nenhum de nós, em tempo algum, adoeceu por isso.
     Era uma diversão sem preço.  
Aloisio Rocha de Almeida
Enviado por Aloisio Rocha de Almeida em 14/09/2018
Código do texto: T6448612
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Aloisio Rocha de Almeida
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Aloisio Rocha de Almeida