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O LIVRO DE ELI - ALLEN & ALBERT HUGHES

Estrelado por Denzel Washington, O Livro de Eli é repleto de citações bíblicas e previsões apocalípticas

Lançado em janeiro nos cinemas norte-americanos e previsto para estrear no Brasil em meados de março, o filme O Livro de Eli (The Book of Eli, EUA, 2010) tem ingredientes de sobra para se tornar uma das grandes atrações nesse início de ano e levar muita gente, inclusive os crentes, às salas de cinema de todo o país. Longe de ser uma produção evangélica, mas componentes bíblicos não faltam para prender a atenção e até mesmo gerar discussões no universo cristão.
Muita ação e explosões ditam o ritmo da aventura apocalíptica estrelada por ninguém menos do que o premiado Denzel Washington – poucos sabem, mas antes de se tornar ator ele queria ser jornalista –, um homem solitário que vive citando passagens do Velho Testamento quando não está envolvido em lutas e batalhas.

Com o propósito de devolver à humanidade a esperança da salvação e, por isso, incumbido de proteger a última das Escrituras Sagradas – todas as outras bíblias foram queimadas pela população em retaliação à guerra nuclear –, ele perambula por um mundo praticamente devastado, repleto de paisagens frias e desoladas. No outro extremo da história, o inglês Gary Oldman interpreta um déspota que não medirá esforços para se apropriar do livro e impedir que o herói tenha sucesso na sua empreitada.

Por ocasião do lançamento do filme nos Estados Unidos, Denzel afirmou que, numa situação real, teria a mesma atitude de seu personagem. Na ocasião, ele também enalteceu a importância da fé cristã: “Minha mãe diz que é importante fazer o bem, mas de maneira certa”, disse à Agência Reuters.

Filho de pastor evangélico, os princípios cristãos estão enraizados na vida do astro desde a infância, e não apenas no papel a ele oferecido pelos irmãos Allen e Albert Hughes – os mesmos realizadores de Do Inferno (EUA, 2001). Há dois anos, uma pesquisa realizada por um site norte-americano apontou o ator como o segundo cristão mais poderoso do país – Mel Gibson, que ainda colhia os frutos e as críticas por produzir e dirigir A Paixão de Cristo (EUA, 2004) foi o mais votado. Além disso, sua vida fora dos estúdios sempre foi vista como um exemplo a ser seguido pelos compatriotas, e suas doações à igreja são sempre muito generosas.

Com tantas qualidades inerentes a um bom cristão, o personagem em O Livro de Eli parece ter vindo mesmo a calhar para a carreira do astro que , aos 55 anos, está em plena forma e mais requisitado do que nunca.

Fonte: Revista Eclésia - Edição 140

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JDM
José Donizetti Morbidelli
Enviado por José Donizetti Morbidelli em 17/02/2010
Reeditado em 17/02/2010
Código do texto: T2091289
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
José Donizetti Morbidelli
São Paulo - São Paulo - Brasil
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