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Vida no cais

Vida no cais

Conheço uma cabrocha de ouro
Linda, formosa e sestrosa demais
Almejam a danada como um tesouro
Rebuliço certo na beirada do cais

Esta ameaça vem lá das Gerais
Ao chegar, agita o ancoradouro
Conheço uma cabrocha de ouro
Linda, formosa e sestrosa demais

Difícil prever o momento vindouro
Por isso o agora registro nos anais
Não quero a história num sumidouro,
E aqui eu encerro, já falei demais
Conheço uma cabrocha de ouro...

-------//-------

Espaço destinado aos amigos/as poetas e poetisas.


                                     Irlene Chagas

Uai menino...
aiaiaiaiaiiiii...
Olha que sou das Gerais
Mas, para tanto, não possuo arsenais!
Fernando Antonio Pereira
Enviado por Fernando Antonio Pereira em 05/09/2019
Reeditado em 06/09/2019
Código do texto: T6737854
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Fernando Antonio Pereira
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 71 anos
215 textos (1751 leituras)
4 e-livros (96 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/09/19 22:55)
Fernando Antonio Pereira