INCÓGNITA


Em cada verso que hoje escrevo,

descrevo a luz sublime do teu olhar,

a meiguice,o teu jeito de falar,

tomada de saudade eu adormeço.

 

Ainda não sei muito se  mereço,

o amor doce,que faz-me tão feliz ,

saber-te em outros abraços nunca quis,

que de tímida, recolho o zelo.

 

Ser musa às escondidas triste sina,

abafar meu grito forte, paixão...

Uma sombra ocultada em relva fria.

 

Guardo a dor do pobre amor oculto,

doce imagem perdida na ilusão,

tua feição que reconheço o vulto.

Elen Botelho Nunes
Enviado por Elen Botelho Nunes em 09/11/2008
Código do texto: T1274339
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