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Perdão

Ao amor que nunca tive, o qual esperei
em vão, peço desculpas, sei que errei
por eu ter me escondido em turvos ermos
de livros, frases, muitos sonhos, termos

gramaticais malucos... Me afundei
nas profundezas da solidão... Enfermo
eu fiquei, pois do mundo me isolei...
Muitas vezes acreditamos ser-mos

imensamente sem atração, penso
que isso deve ocorrer, talvez, devido
estarmos nesse turvo, imenso e denso

deserto, longe de todos, perdido
em meio à quimeras, doente e muito tenso...
E ainda choramos pelo amor não tido...
Poeta Devaneador
Enviado por Poeta Devaneador em 30/05/2006
Código do texto: T166273


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Sobre o autor
Poeta Devaneador
Rondonópolis - Mato Grosso - Brasil, 34 anos
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1 e-livros (101 leituras)
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Poeta Devaneador