Madrugada...

A atmosfera é vampiresca...e lúgubre...passeio...enfim.]

Vou junto com meu filho, que tange a fé, e uiva, sem som.]

vasculho meu íntimo, e só vejo o momento presente...

Pareço um pluma que é levada pela madrugada solene...

Meu coração é uma avalanche de incoerências e desmantelos..

E eu continuo percorrendo as alamedas, sob o coaxar...]

Sob os sussurros da natureza...que me abençoa...

São uma e quarenta...e eu destôo...com circunflexo...

Meu filho, vê um homem, eu vejo um homem...

Cada um; em um relance de tempo, bem diferente...

Não é gente, e nós dois confabulamos sobre o fato...

Na madrugada vale tudo, é um carinho...viver...

Neste simples passeio, em meio a turba de grilos...

Em meio a árvores tranquilas: E vendo gente morta.

Valéria Guerra
Enviado por Valéria Guerra em 04/02/2011
Código do texto: T2770767
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