O LIVRO DA VIDA

LIVRO DA VIDA

Qual títere selvagem, vem o pensamento
Quando puxo os cordéis, enquadra o corpo e dança,
Trazendo do passado meu tempo criança,
Que em memória revivo; é saudade momento.

essa feliz idade traça a semelhança,
não pelos tubos de ensaio ou outro elemento;
cientista de si exige o conhecimento,
que o ser pequenino, de curioso alcança.

Esse títere salta ares, voa, se espalha,
Gradua-se nas escolas doutas do mundo.
Se a mente sábia atenta ao passado não falha.

De acadêmico palato, da necessidade oriundo
Busco a criança que fui e ainda me agasalha
e vejo-me espírito com saber profundo.




Afonso Martini
150212

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Afonso Martini
Enviado por Afonso Martini em 16/02/2012
Reeditado em 17/02/2012
Código do texto: T3502277
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