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FLORESTA SOMBRIA





   



 
 
 
                       
 
 
 
Rompo a floresta úmida e sombria
Dos meus pesares, quando a dor me invade;
Respiro a paz com o chegar do dia;
Não temo as sombras com o findar da tarde.
 
Porque bem forte eu ouço o lindo canto
Da esperança, que em min'alma ecoa;
Abafo o grito do meu desencanto
E a dor sentida, para longe voa.
 
Perdôo a quem jogou-me na floresta
Dos dissabores, pois sendo eu poeta,
Não cultivo no íntimo, rancores.
 
E aí, então, a selva se aclareia;
Sinto a minh'alma  de alegria cheia;
Não vejo espinhos... Só enxergo flores.
 

http://sadefreitaspoesias.sites.uol.com.br/index.htm
Sá de Freitas
Enviado por Sá de Freitas em 25/02/2007
Código do texto: T393439

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Sobre o autor
Sá de Freitas
Avaré - São Paulo - Brasil, 73 anos
92 textos (5356 leituras)
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Sá de Freitas