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Insonetos, borboletas


O vento relutra em neufragar
na borda da inlucidez nua
no amago desta matéria azul
sem consolo (frio).

As teias do tempo queimaram
restos esmaecidos do hoje
que resmungam no anoitecer
emergido em palavras vãs.

Vou crisântemos anis
borboletas vestidas de luar
nas sombras cristalinas sem títulos

Repousam pequenas estrelas
na solidão silenciosa do papel
como borboletas, como insonetos.

sinque de mello
Enviado por sinque de mello em 07/03/2007
Código do texto: T404793

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Sobre o autor
sinque de mello
Marituba - Pará - Brasil, 45 anos
12 textos (295 leituras)
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sinque de mello