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Poesia

Às vezes eu penso que teus versos são meus
Mas a realidade vem, e me diz que não.
Então a tristeza invade minha alma que chora
E sofre calada, ao lado do meu coração!
 
Na madrugada, eu leio tua ultima poesia.
Postada em tua pagina naquele fim de noite
No meu devaneio, eu sinto a tua chegada.
Sinto tua mão em meu como um açoite.
 
Oferecendo-me teu carinho, tua paz teu amor.
Um verso eu escrevo, pela alegria de tela ali.
Acariciando-me, teus lábios, tocam minha face.
 
Então escrevo o ultimo verso da minha poesia
Na esperança que ao terminar, continues ali.
Finda a poesia, o devaneio, o recomeço da dor!
 
 
Volnei Rijo Braga
Pelotas - RS
27 / 01 / 2013
Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 28/01/2013
Reeditado em 23/09/2015
Código do texto: T4110065
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 74 anos
2317 textos (155552 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/09/21 21:46)
Volnei Rijo Braga