BOLERO ROUCO

BOLERO ROUCO

Meu coração enfraquece

de pouco a pouco...

Meu corpo devagar aquece

em ritimo de bolero rouco.

Recupera e grita: viva Mandela...

Mesmo fatigado não esquece

do meloso olhar que me deu ela,

não tenho força ela me fenece.

Vejo-me chegando ao fim,

mesmo pelo do último suspiro,

sinto-o palpitando "devagarim"...

Sentir falta de quem está presente,

deixa estar eu me viro

amar quem está ali e é ausente...

Goiânia, 6/12/13.

jurinha caldas
Enviado por jurinha caldas em 06/12/2013
Código do texto: T4600603
Classificação de conteúdo: seguro
Copyright © 2013. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.