Constantes Esperas

São as longas e constantes esperas
Que me deixaram preso neste mundo
Congelando até a chegada da primavera
Mergulhado num pranto sem fundo

O abraço frio da solidão
Busca incansavelmente aquele sorriso
Perdido em meio tanta comoção
E o desconforto do meu paraíso

Uma longa estrada um espaço no chão
Passos lentos e meu violão
A musica me faz companhia

Paredes de floresta
Nas clareiras neblina entre as frestas
Lembram a nossa poesia


(Altair Feltz)
Altair Feltz
Enviado por Altair Feltz em 09/02/2014
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