Destino

O destino por vezes fecha os olhos

Na certeza que d`ele não fugimos

Ri-se por não sabermos ao que vimos

Em barcos chora, presos em escolhos

A roda-viva da vida entretém

Gemidos de guitarras a chorar

Estrelas, prados, beijos ao luar

Pelo sonho é que vamos mais além!

Sabe bem que pra ele voltaremos

Contados todos passos que daremos

A cada um sentença n`alma lavra

Se calasse esta voz que grita fundo

Roubava novo sol e novo mundo

Não fosse dele a última palavra!

Antaco
Enviado por Antaco em 25/03/2014
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