A trilogia do pateta – parte II

Como sorrirá esse pateta?

Sem sua pena não há poema.

Sem o poema não há poeta.

E sem poeta só há problema.

Como escreverá seus livres versos?

Sem coração não existe sentir,

Sem o sentir não há universo,

Sem universo só me resta rir.

Olho! E na calada da noite,

Choro! E nesse meu desespero,

Grito! E ouço meu exagero...

Rezo! E vejo o vago silêncio,

Espero! E vejo meu semblante,

Quero! Minha doce pena errante.

Rascunho de Poeta
Enviado por Rascunho de Poeta em 21/05/2007
Código do texto: T494847
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