Serenidade


Em nossas vidas, por vezes, sentimos medos
Do inevitável passar do tempo, das velhices,
E não observamos que, por nossas crendices,
Deixamos de absorver da vida seus segredos.


 
 
Hoje, ao iniciarmos contar de forma inversa,
Olvidando-nos de quanto tempo ainda resta,
Lembrando-nos do que vivemos, o que presta,
Mesmo a morte cantamos de forma reversa.
 
 
Passamos a agradecer por mais um dia vivido,
Acrescendo-o as nossas melhores lembranças,
Suprimindo aqueles em que tenhamos sofrido.
 
 
Desfrutamos de cada dia toda a serena idade
Que nos faz a cada dia sentirmo-nos crianças,
Felizes por termos atingido a total serenidade.



* * * * * 
 
Este poema está disponível em um dos livros abaixo, publicados e comercializados pela 
 
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À busca da felicidade
À mulher nua
A velha senhora
Amor infinito
Anatomias de Vênus
Às vezes
Delírio
Entre Parênteses
Escrevendo em teu corpo
Ilusões de um Poeta
Infinitude
Momentos de Luxúria
Nos meandros de teu corpo
O fogo de teu corpo
Os sonhos não morrem jamais
Por todas nossas vidas
Quando eu me chamar saudade
Suave essência
Um sonho que foi sonhado
Você me enlouquece
Voo d´Alma
 
LHMignone
Enviado por LHMignone em 09/04/2015
Reeditado em 19/04/2016
Código do texto: T5200626
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