Uma vez poeta
 
O poeta sofre um grande apagão
Quando a inspiração, não comparece
A sua inquietação, jamais perece
Se não da vida, a poética criação
 
A poesia sempre fica pela metade
Ganha o nome, de poema inacabado
Esquecido numa gaveta amarelado
Desejando ter uma oportunidade
 
Que se dá novamente, com o tempo
Então, já não havendo contratempo
A inspiração volta a dá às cartas
 
Porque uma vez poeta, sempre poeta
Não abrirá mão de inspirar as metas
Do amor, que sonha por em pauta


Valdomiro Da Costa 16/11/2018
 

 
 
 
Interação
 
Deus permita que eu faça ao menos um verso,
Pro amor que tenho aqui no peito,
Daqueles resplandece no universo,
Com brilho do amor é de respeito,
 

ChicoMesquita 05/01/2019
 

 
 
SEMPREPOETA
Enviado por SEMPREPOETA em 12/12/2018
Reeditado em 06/01/2019
Código do texto: T6524977
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