Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Seresta ao Luar

Vendo a lua brilhando cor de prata
Faz lembrar-me da minha jóvem guarda
Que com o pinho eu fazia serenata
Altas noites sentado na calçada

Eu cantava a canção do puro amor
Bem ao pé da janela da amada
Minha vóz era um despertador
Lhe acordava e me ouvia bem deitada

No silêncio da noite a melhor hora
Toda vez que se canta o pinho chora
Nos acordes das cordas afinadas

Satisfaz o prazer do seresteiro
Quem  acorda-se sente prazenteiro
Os lazeres das altas madrugadas


Edgar Ramalho de Freitas
Enviado por Edgar Ramalho de Freitas em 30/09/2007
Código do texto: T674610

Copyright © 2007. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Edgar Ramalho de Freitas
Patos - Paraíba - Brasil
85 textos (2976 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 15/12/17 09:18)
Edgar Ramalho de Freitas