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SONETO AO VERNÁCULO

Amo um texto belo
Na fugacidade do cotidiano
Não percebo e pouco zelo.
Sou um típico amante do Português,
Quando tento me desgarrar,
Ele me prende outra vez.
A última flor do Lácio
O Encantou despertou.
Uma bela polidez lingüística,
O planeta iluminou.
Não sei se sei escrever,
Não escrevo pelo saber,
Apenas relato ao mundo
O Idioma nobre do prazer
Sérgio Reiss
Enviado por Sérgio Reiss em 03/10/2007
Código do texto: T678605

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Sobre o autor
Sérgio Reiss
Fortaleza - Ceará - Brasil, 34 anos
10 textos (621 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/03/21 04:21)
Sérgio Reiss