O HOSPEDEIRO

Sou o lancinaste verbo que te chama para acasalar;

Nas noites frias entre espinhos que adorna meu altar!

E, onda há escuridão no cheiro de âmbar, me lamba...

Enroscar-me-ei de prazer em luares frêmitos de prazer.

Tu me darás as matas desvirginadas em um coito de agonia;

Por estarem enluaradas em ventos num bando néon luzidor!

Pois, a cor do pecado em flecha atirada dos galhos abrasador;

Em beijos importas nos inúmeros rios de de larvas vos dou...

Oh! quão noite escura em brilho podes em nu penetrar-me?

Sei das perguntas retoricas dos pensamentos que se perdem;

Porque és o meu ditado em palavras onomatopaicas de prazer.

Como é-me em ti o bem que vivenciar no chão desnudo;

Prazeres mundanos que corta o falo pela cativa loucura.

Em noites de epílogos, buscando o começo da sujeira em flor.

Sérgio Gaiafi
Enviado por Sérgio Gaiafi em 17/11/2019
Código do texto: T6796701
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