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soneto

Era ela! Era ela! Não, é ela! Sim, é ela!...
Dormindo o eco dentro de mim,
flor divina, alva e pura o amor sem fim.
Conduz-me ao paraíso minha bela!
Demorei saber por onde andava?...
Se ontem à noite sentei ao chão enfadonho
foi por ti meu amor, meu anjo; e se componho
versos sãos parte o mal, desencantava...
Não direis cruel deste pensamento,
se de teu ser somente d`alegria
certo me habita tal contentamento.
Deixo o inferno um desgosto eu sei contudo,
p`ra viver com ternura a fantasia
que me faz feliz nos sonhos tão mudo.
                                            Cláudio Maia
cláudio maia
Enviado por cláudio maia em 14/02/2020
Reeditado em 16/02/2020
Código do texto: T6866214
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
cláudio maia
Juazeiro do Norte - Ceará - Brasil, 44 anos
46 textos (1816 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 16/02/20 22:36)
cláudio maia