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CALOS DA ALMA...
 
Se hoje eu cambaleio inerte e solitário,
Descrente do que outrora eu tanto enfatizei
Não quer dizer que eu não te ame ou não te amei,
Apenas me rendi ao meu cruel fadário.
 
Nem choro, pois meu olhos não suportam mais
Verterem tristes lágrimas de desatino
Que lavam a calçada de um cruel destino
Com o sabão do desprezo e rodos lacrimais.
 
Mais não caí (ainda) me restam lembranças
E nelas umas gotas (poucas) de esperança
Guardadas no silêncio dessa imensidão...
 
Envoltas nas cobertas da eterna saudade
Dos labirintos feitos de inutilidade
Lacrados na masmorra do meu coração.
 
 
Nizardo Wanderley
Enviado por Nizardo Wanderley em 13/10/2007
Código do texto: T693262


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Sobre o autor
Nizardo Wanderley
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil
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Nizardo Wanderley

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