Soneto de Pseudo Liberdade

De ser livre gosta de brincar o poeta.
Iludindo-se nessa estranha falsidade.
Enquanto brinca acredita ser verdade.
Que livre vive a sua vida em linha reta.

E quanto mais em libertar-se ele pensa.
Mais da ilusão se torna o seu prisioneiro.
Acha que pode enganar o mundo inteiro.
Mas ao engano sua alma está propensa.

Ninguém é livre para fazer o que quiser.
Não adianta nem brincar de se enganar
Pois cada ação uma reação vai emanar.

E para ser livre talvez tenha que morrer.
Senão assumir que sofre de insanidade.
Porém o poeta tem a Pseudo Liberdade.

Adriribeiro/@adri.poesias
 
Adriribeiro
Enviado por Adriribeiro em 06/01/2021
Reeditado em 06/01/2021
Código do texto: T7153014
Classificação de conteúdo: seguro
Copyright © 2021. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.