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NÚMERO INFINITO





Sístoles e diástoles derradeiras
No hirto peito, rígido e gelado;
E eu via o Último Número extenuado,
Estertorando sobre as montureiras.

Interregno, escuridão, ânsia e inferneiras;
Depois o ar, o oxigênio eterizado,
E depois do oxigênio o ilimitado,
Resplendente clarão de horas primeiras.

Busquei a última visão das vistas foscas,
O Derradeiro Número entre as moscas,
A camada telúrica adstrito;

E eu, vítima dútil da descraça,
Vi que cada minuto que se passa
É nova luz do NÚmero Infinito."
Jaubert
Enviado por Jaubert em 14/03/2008
Código do texto: T900798

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Sobre o autor
Jaubert
São Paulo - São Paulo - Brasil, 64 anos
158 textos (6338 leituras)
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