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GARIMPEIRO DO MAR

 

                  Tranqüilo estava o mar naquele doce instante;
               suas águas lustrais a todos encantavam.
               Parecendo um espelho,era bem fascinante,
               sem jamais perceber os olhos que o fitavam

               
Mas Netuno,zangado,o fez apavorante, 
               mandando ondas hostis que a todos assustavam;
               tomado de furor,fez-se logo gigante
               aos que com destemor sempre o desafiavam.

              Ao sentir que aumentava o volume das águas,
              enchi-me de pesar  e chorei muitas mágoas
              ao ver o pescador,tão triste,a se queixar.

              Sem nenhum alimento e inundado de espanto,
              muitos brincos anéis eram o seu encanto.
              Porém,jamais quis ser Garimpeiro do Mar!   

                                            (Soneto alexandrino)

Alda Corrêa Mendes Moreira
Enviado por Alda Corrêa Mendes Moreira em 17/05/2008
Reeditado em 03/12/2008
Código do texto: T993867
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Sobre a autora
Alda Corrêa Mendes Moreira
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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Alda Corrêa Mendes Moreira