Roland Barthes e o prazer da palavra

Lendo o artigo publicado na Revista Cult, pude perceber que Roland Barthes teve muitos papéis na Literatura de sua época e que se transportam para o momento atual como se estivesse vivendo este momento.
Penso que mesmo sendo crítico, escritor, teórico, filósofo, estudioso da fotografia, Barthes foi um grande observador do Mundo, não estanque, engessado, mas aberto a todo tipo de manifestação literária, cultural, política e social, um visionário.Como todo gênio, excên-trico, polêmico, intrigante.
Características natas de quem não se contenta, não se conforma, transforma, inventa, realiza, modifica, cria novos pensamentos, não é apenas um replicante, é um gerador de conceitos, algo que me impressiona e diverte, pois não caia na vala dos comuns, que na literatura apenas se retingem a critica, a escrever.
Barthes viaja em todas as nuances desta manifestação cultural com extrema desenvoltura e audácia. Já tinha ouvido falar sobre este emérito personagem. Após esta leitura, tornei-me seu admirador.


Pequeno texto produzido para atividade de Literatura II curso de Letras UNIGRAN. Graduando Edgar da Silveira Maciel ( Dego Bitencourt). Reservado direito autoral.
Dego Bitencourt
Enviado por Dego Bitencourt em 15/11/2014
Reeditado em 15/11/2014
Código do texto: T5035929
Classificação de conteúdo: seguro
Copyright © 2014. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.