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INDECÊNCIA, IMORALIDADE, VERGONHA.


Bendito seja o trabalhado
Honesto lutador ferrenho
Assistindo na TV os horrores
Da luta do justo pelo o bem.

Hoje! Os bandidos são legalizados.
Eleitos com mentiras eloqüentes
Gozam do tudo sem fazer nada
Usa o dinheiro publico no próprio bem.

Pregam! Este dinheiro não é de ninguém.
É publico é como se não existissem ó gente!
É nosso! Esqueçam dele multidão plangente.
Morram! Corrupção no Brasil só faz bem.

O indecente é corrupto na lei amparado
Burlam e vence os dogmas da lei e da justiça
Nos tribunais provas reais são mascaradas
Seguem roubando e vivendo na mordomia.

As multidões assistem a imoralidade
Discute ética em prol da sociedade
Criam leis contra os necessitados
Enganam sem temer represália.

Brasil! Celeiros dos sem vergonha.
Dinheiro do povo não é de ninguém
Quem grita contra isso vai à lona
Nocauteado pelas leis vigentes.

“Aos amigos, tudo; já dizia Arthur Bernarde”.
Aos inimigos, a lei, pancada e cadeia.
Vivam os espertos intelectuais da liberdade
Vestidos de lobos driblando a lei...

“A Deus cabe nos ouvir e julgar”
O homem rouba o povo morre não leva nada
O tempo vem o tempo vai aqui é tudo igual
A vida é curta e honestidade é tudo camarada.
luizpoetista
Enviado por luizpoetista em 01/02/2010
Código do texto: T2063313
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
luizpoetista
São Paulo - São Paulo - Brasil, 62 anos
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