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Discurso em TROVAS proferido no Palácio da Cultura da cidade do NATAL, no dia dois de outubro na ocasião do Lançamento oficial do Congresso Mundial de Poetas Del Mundo. Arte de Celito Medeiros.



                        " Natal um mar de Poesia e Paz"

 
Que unidas todas as mãos

Inundem com alegrias

Poetas Del Mundo irmãos

Façam versos em demasia;

 

O mundo inteiro hoje vê

 Na SPVA nordeste

 Da Potyoca pra você

Versos de cabra da peste.

 

CASCUDO então me diria

Por e-mail ou telefone

Que Minerva aqui faria

Os versos em ciclone;

 

Bastante Camões virão

De Flor Bela, muitos clones

Poetas declamarão

Seus versos nos microfones

 

A SPVA deu provas

Que o verso e seus acalantos

Trará-nos nas boas novas

A Paz de todos os cantos

 

Em Deus Pai, tenho esperança

Que a Poesia reinará

E a Paz será a herança

Que Natal vos legará!

 

Será amena a lembrança

Que a saudade plantará

E então em cada criança

A Paz Mundial medrará;

 

Sinta qual Brisa a palavra

Plasmando o que eu sonhei

A Musa que o Vento lavra

Natal rainha sem rei!

 

Cidade Sol evidência

De universal harmonia

Busca da rima essência

E do verso a sinfonia;

 

 

Saudar Natal com ardor

Eis que o mar amante canta

E as Dunas primam o louvor

Na musica sacrossanta;

 

Poder exaltar-te em vida

Com trovas de puro amor

Enalteço-te comovida

Agradecendo ao Senhor;

 

Quem com versejar milita,

Basta ver-te magistral

Para despir-te bendita

Natal nubente sensual...

 

Poetas louvam-te em gloria

A Praeira do Othoniel

Cascudo em ti fez história

Cingindo-te com laurel!

 

És louvada por teus filhos

Em noitadas e manhãs

De Auta áureos estribilhos

E Luiz Carlos Guimarães;

 

Versos em Trovas altivas

O Cordel popular manto

Do Parnaso as sempre-vivas

Emolduradas de encanto;

 

Na verve de seus autores

Elevemos a nobreza

Pedro Grilo e seus valores

Da potiguar realeza.

 

Será em Maio o casório

Mês de Maria senhores

E haverá sol compulsório

Na Roma dos trovadores;

 

Que chova rima e o verso

No amparo da inspiração

Nas vírgulas do estro terço

Rezas preces e emoção;

 

Vinte e quatro a trinta e um

Num certame assaz afoito

Tu serás Natal o podium

Em Maio dois mil e oito;

 

Um mar de Paz te proponho

Minha Natal que amo tanto

Voragem de amor e sonho

Por isso em verso te canto;

 

Crispiniano o Presidente

Da Fundação se empolgou

E o projeto de repente

Desta poetisa aprovou;

 

Sou Poetisa e me orgulho

De ser par na confraria

Onde no verso procuro

A femína Academia.

 

Bem digo Ademar Macedo

Trovador da minha estima

Também louvo ao bardo ledo

Diógenes da Cunha Lima;

 

Poetas são pensadores

Nos mais variados climas

Neruda e demais autores

Os li pra cantar-lhes rimas

 

O Itajubá é saudade

Zila Mamede também

São dois anjos de bondade

Lá no azulado além!

 

Nobre guardião Luiz Árias

Dos pacifistas senhores

Almas da Paz sectárias

Recebam nossos louvores.

 

Digníssimo Secretario

Que do evento é timoneiro

É de escol o dignitário

De Natal pro Mundo inteiro;

 

Dona Vilma de Farias

Ilustre Governadora

Foi com Mar de Poesia

Simpática e acolhedora;

 

No dever bastante ativa

Desde o primeiro momento

Mui gentil e receptiva

Deu garantia ao evento;

 

Para o Brasil é a primaz

Esta escrita na lousa

Embaixadora da Paz

Delasnieve Daspet de Souza;

 

Prefeito Carlos Eduardo

Flutuando em cordialidade

Fará a entrega ao bardo

Da chave desta cidade;

 

Poetas Vivos e Afins

Firmes idealizadores

Ouçam de Cristo os clarins

O Mestre dos Sonhadores...

 

“A Poetisa dos Ventos”

Deth Haak

Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rio Grande do Norte

Cônsul Poeta Del Mundo - RN

AVSPE

         

    

Inscrevam-se: http://www.poetasdelmundo.com/verManif_portugues.asp?ID_Manifiesto=129

Atentos leiam o Manifesto e avalie se você é um soldado para essa trincheira.

Deth Haak
Enviado por Deth Haak em 09/10/2007
Reeditado em 09/10/2007
Código do texto: T687393
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Sobre a autora
Deth Haak
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 58 anos
547 textos (68597 leituras)
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Deth Haak