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FRAGMENTOS

FRAGMENTOS
(Autor: Antonio Brás Constante)

S inas severas sentenciam seu sangue;

O lhos observando objetos ornamentando opulentos ordinários, ostentando em ouro outros otários;

T anta tristeza trazendo tormentos que traduzem toda trama;

N ecessidade nua. Nascimento natimorto nas noites de néon. Nevoas nefastas. Nuances do nada.

E nigma enfadonho. Escritas estranhas entrelaçadas. Enclausuradas. Estraçalhadas.

M omentos marcantes morreram na mente, mansamente;

G randes governos gritando glórias. Gravando em gravuras genuínas gramaturas. Gemidos de gentes;

A mor. Antes autêntico afeto. Agora apenas anônimo ator.

R uínas nas ruas. Ratos roubando risos. Rubros rostos rezando em rimas ruins.

F eras ferozes fatalizando famílias. Fulminando finais felizes. Fragmentos do fim.


(SITE: www.abrasc.pop.com.br)

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
Antonio Brás Constante
Enviado por Antonio Brás Constante em 27/03/2006
Reeditado em 29/05/2006
Código do texto: T129121
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Sobre o autor
Antonio Brás Constante
Canoas - Rio Grande do Sul - Brasil, 100 anos
399 textos (85227 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 02/12/16 20:48)
Antonio Brás Constante