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ANDE < ao Contrário

Ah, como se eu soubesse
Lutar contra o que me consome
Então me contento com o sonho
Xerox manchado da vida que tenho
Ainda não sei o que você pensa
Não tenho coragem de lhe perguntar
Desejo um dia poder te encontrar
Rever o seu rosto que não é perfeito
Enquanto só penso parece até ser

Intento voltar com minha cara pelada
Dizer que te amo e não vou te esquecer
Ir logo ao assunto e não pôr a perder
O tempo que é escasso ao seu lado
Também são quilômetros que nos separam
As viagens que fiz foram todas vãs

Ainda não sei decedir minha vida
Mas sem decidir tomo rumos errados
Ah, que burro e cego que sou.

Se eu fosse mais direto, seria perfeito
Eu nunca consigo dizer o que sinto
Meus lábios se calam ao brilharem os meus olhos.

Só quero que saiba: Eu sou um idiota
Ao vê-la tão longe perdi a esperança
Bem que eu gostaria de voltar à infância
E não ter perdido a inocência da vida
Rumino agora o seu amor que não tive.
Alexandre Fernandes
Enviado por Alexandre Fernandes em 25/05/2006
Código do texto: T162824
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Sobre o autor
Alexandre Fernandes
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 35 anos
59 textos (1989 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 19:02)
Alexandre Fernandes