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Memoria do inimigo .

Meu mar deixou-me na miseria da solidao
O olho perfeito se transformou em agua,
Ri sozinho do sujeito cambaleando ao esperar na fila:
Tinha uma velhinha segurando a sua lente quase amrelada
E o tempo resolveu deixar o legado do seu deslocamento.

Nunca esqueci as palavras escritas sobre aquela pedra,
Um vento forte jogava as aguas com velocidade incomum,
Nunca esqueci...
Cada minuto é pouco tempo,
A luz apagou.
POETA JOSE MARIO DANTAS
Enviado por POETA JOSE MARIO DANTAS em 21/08/2006
Reeditado em 28/09/2007
Código do texto: T221913
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
POETA JOSE MARIO DANTAS
Caicó - Rio Grande do Norte - Brasil, 42 anos
121 textos (4659 leituras)
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POETA JOSE MARIO DANTAS