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Fingindo ser poetisa

São tantos conceitos, tanta visão
O que pra eu será?
Vida, arte, imaginação...
São almas que falam, expressam
São olhos que lêem calando
É o meu ego que sente pensando
Sentindo emoção...

Mais que olhos que lêem linhas
Mais que rimas perfeitas...
É o nosso coração simples, imperfeito
São pensamentos conscientes
Línguas inconseqüentes
Palavras obscuras, viciosas
Sem espaço, nem hora

Sem verso, converso
Comigo mesma
Com composição, sem enredo
É a inspiração que fala sem medo
Pé no chão, sem chão
É a nossa mente que capta mil sensações
Faz a imaginação voar, viajar

Estudar-se, entender-se
São meus temas, minhas loucuras, meus lemas
Em momento de sincronia...
Felicidade ou agonia?
É o expressar profundamente
Incoerente, impressionante
É a minha concepção insinuante

Que liberta-se ansiosa, e que faz
De uma agitação frenética
Uma alma em momento singular
Da sombra de uma contingência pensante
O despertar do sentimento errante
Uma invenção que procura entender
A materialização do nada saber

Fabiana Alcântara
Enviado por Fabiana Alcântara em 12/10/2006
Reeditado em 01/02/2007
Código do texto: T262316
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Sobre a autora
Fabiana Alcântara
João Pessoa - Paraíba - Brasil, 32 anos
10 textos (334 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 02:49)
Fabiana Alcântara