ANALFABETO POLÍTICO

A N A L F A B E T O P O L Í T I C O

Ainda que muitas vezes maçante

a campaNha política tem seu valor

e pode ajudAr o eleitor no discernimento de seu voto,

desde que seja Levada e encarada com espírito crítico.

No intuito de Fazer despertar esse espírito crítico,

e dar esperança Ao eleitor indeciso,

a reflexão do escritor alemão, Bertold Brecht

vem de encontro ao nosso referido Eleitor;

criticando, inflamando e cuTucando-o,

com o uso de palavras dolOridas.

O Pior analfabeto é o analfabeto político.

Ele não ouve, nãO fala, nem participa dos acontecimentos políticos.

Do custo de vida, eLe não sabe nada;

Não sabe o preço do feIjão, do peixe,

da farinha, do aluguel, do sapaTo e do remédio.

É tão burro que se orgulha do feIto, ainda estufa o peito,

dizendo que odeia a polítiCa.

Não sabe ele que de sua ignOrância nasce:

a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos “o político vigarista, pilantra, o corrupto e o explorador”.

Quem pode ser considerado analfAbeto político?

Quem condena a política, consideraNdo-a desnecessária em sua vida,

está esquecendo-se de que é A ciência do bem comum.

É indiferente diante dos graves probLemas que afligem nosso povo

(saúde, moradia, educação, Fome, desemprego, etc.),

não se empenhando na trAnsformação da sociedade.

se deixa levar como um Babaca, passivamente

sem nenhum questionamento, pEla propaganda política.

Não levanta um em protesTo contra os desmandos,

as falcatruas e corrupções dOs falsos políticos.

Quem vota movido por simPatia, olhando as aparências,

sem levar em conta se O do candidato é sério.

Quem vota por tradição de famíLia ou partidária.

Quem vende o voto, vende sua Ínfima dignidade humana.

Quem vota nos candidaTos já considerados eleitos.

Quem não vota deIxando os pelegos serem eleitos.

Quem se deixa levar na Conversa bonita dos cabos eleitorais

Quem persiste em votar: nOs políticos populistas.

Vamos erradicar o analfabetismo político,

para isso depende do esforço de cada um de nós!

N. B. Plágio de discussões políticas..

(fevereiro/1990)

Aleixenko
Enviado por Aleixenko em 04/02/2011
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