Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Hoje o dia começou mesmo daquele jeito.
Acordo cinco horas da manhã.
Dali á pouco vai a filha para a escola.
Começo á escrever parecendo estar tudo bem.
Dali á pouco telefone toca, atendo, e como tem acontecido quase todos os dias, buscar a filha na escola.
Motivo, pondo muito sangue pêlo nariz.
Lá vou eu me arrastando, sim porque não tenho passado bem.
Me indicam um médico dizendo ser bom, e lá vou eu, não acreditando muito.
Semana passada levei em um, que é uma benção de Deus, para não dizer o contrario.
Sentado êle estava , sentado ficou.
Em meia hora é capaz de atender umas vinte pessoas.
Chegando no dito médico, lá deichei minha filha e voltei em casa para pegar minha bolsa.
Volto eu ao consultório médico, subindo escadas, porque nesses dias só tenho visto escadas na minha frente.
Lá chegando, fico sabendo que o mesmo iria atende-la, estava vindo.
Vou eu de novo, agora ao banco, pois esses dias peguei meu talão de cheques e cortei -o todo ,de raiva certamente.
La chegando não consegui sacar, pois consegui bagunçar toda a minha conta, emprestando cheque e tendo que pagar o valor do mesmo.
Banco fechado, eu já chorando e pedindo aos guardas para abrirem, a gerente que é minha amiga mandou que abrissem.
Eu já em prantos, expliquei á ela que a minha filha estava no consultório médico e que eu não conseguia sacar a importancia que precisava.
Ela me disse que ia ver, e eu atráz dela ainda chorando.
Me perguntou do meu talão de cheques, contei o que tinha feito.
Lá vai ela nos caixas ver o que fazer.
Dinheiro não tinha ,banco ainda fechado.
Só faltou ela tirar da sua bolsa para me emprestar.
Então falou, vou tirar umas folhas de cheque para você.
E ainda me falou, olha as vezes a gente para ajudar os outros , se ferra.
Então antes amarelar para não vermelhar depois.
Vou eu para o médico, lá chegando, minha filha já tinha sido atendida.
Diagnostico, rinite.
Pago e venho embora,
Chegando em casa o nervo já era tanto, que para descarregar levanto a perna com tanta força e eu de costas, o chinelo saiu do pé e voou pela janela, e foi cair na cabeça do proprietário do predio, lá em baicho.
Chego na janela , lá está ele com o mesmo na mão.
Falei, Tiãozinho não sei como fiz isso.
Ele só me olhou e falou, a senhora é uma artista!!
E pouco depois batem á porta.
Abro e lá está êle com o chinelo, sorrindo e perguntando é aqui que mora a Cindelera dona desse chinelo?
martamaria
Enviado por martamaria em 02/11/2006
Reeditado em 02/11/2006
Código do texto: T280218
Classificação de conteúdo: seguro

Copyright © 2006. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre a autora
martamaria
São Paulo - São Paulo - Brasil, 71 anos
1155 textos (58790 leituras)
1 áudios (586 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 22:38)
martamaria