ACRÓSTICO

F ixando-me ao dia que nasce

A té que a ele chegue o ocaso

B elíssimo em seu esplendor

R ealizo os desejos da alma

I rrompendo os mistérios do mundo

C om a fé que meu peito povoa

I mploro ao Deus criador

O amor que a guerra devora

A ssim vou cantando a vida

S onhando a paz que traduz esperança

S e não posso acabar com a tristeza

I magino o mundo lá fora

S ob a luz de uma doce harmonia

L amentar não nos traz o consolo

E nem mesmo alívio ao choro

A inda que o negrume da dor robusteça

L ampejar faz germinar alegria.

*Com carinho ao amigo Fabrício que com sua simplicidade e sabedoria tem me incentivado de maneira grandiosa.

Nádia Mourão
Enviado por Nádia Mourão em 10/12/2012
Código do texto: T4029108
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