ESTRATÉGIAS DE ENSINO COM CONTOS DE HUMOR NA SALA DE AULA

ESTRATÉGIAS DE ENSINO COM CONTO DE HUMOR NA SALA DE AULA¹

SILVA, Paulo Ricardo Xavier

ALVES, Maria Vanábia

VASCONCELOS, Rejania Berlandia

SILVA, Ellen Janine

SANTOS, Italo Moisés²

RESUMO: A questão do ensino da leitura/escrita, apesar de bastante debatida, continua atual, pois as referidas habilidades são fundamentais para uma educação de qualidade. O presente artigo objetiva discutir metodologia de ensino com o conto humorístico, vista como estratégia de incentivo à leitura e à produção textual. O estudo é de natureza bibliográfica e discute a questão com recorte nos anos terminais do Ensino Fundamental.

PALAVRAS – CHAVE: Leitura. Contos de humor. Produção textual Metodologias.

1 INTRODUÇÃO

Leitura e escrita são habilidades sempre mais valorizadas na sociedade atual, marcada pelo rápido desenvolvimento das ciências e da tecnologia e por estas exigidas. No plano pessoal, ambas as habilidades são responsáveis diretas pelo sucesso da vida escolar. Nesse contexto, a escola é constantemente cobrada a garantir o desenvolvimento das habilidades de leitura/escrita discente, embora nem sempre o consiga como revelam os resultados das avaliações governamentais.

A relevância da temática é ampliada no âmbito da formação de professores, especialmente do professor de Língua Portuguesa, do qual é esperado maior competência para lidar com as questões linguísticas.

O presente trabalho tem como intuito principal discutir métodos de ensino da leitura/escrita para a Educação Básica, estrategicamente apoiados nos contos humorísticos. Para tanto, apoia-se em pesquisa bibliográfica, enfatizando o pensamento de Geraldi (1984), Kleiman (2000) e Marcushi (2008). Opta por discutir a temática pelo viés do Ensino Fundamental, anos finais.

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1 Trabalho desenvolvido na disciplina Literatura Infantil e Juvenil do Curso de Letras – Habilitação em Língua Portuguesa, da Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA, sob orientação da Profª Maria Edinete Tomás.

2 Acadêmicos do 4º período do aludido Curso.

Espera-se que este estudo estimule novas pesquisas e contribua para melhor compreensão acerca da importância do uso estratégias metodológicas para a obtenção dos objetivos educacionais.

2 MATERIAIS E MÉTODOS

Estudo apoiado em pesquisa bibliográfica, compreendida como aquela que corresponde ao

[...] levantamento de toda a bibliografia já publicada em forma de livros, revistas, publicações avultas em imprensa escrita, documentos eletrônicos. Sua finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo aquilo que foi escrito sobre um determinado assunto, com o objetivo de permitir o reforço paralelo na análise de suas pesquisas ou manipulação de suas informações. ( LAKATOS, 2001 p. 43-44).

Para discutir-se questão da leitura/escrita, foram adotados os seguintes procedimentos:

a) estudar-se a temática pelo viés metodológico, ainda pouco explorado academicamente, atrelando-o ao conto humorístico, que se pressupôs ampliar as possibilidades de leitura lúdica e de instigar a percepção/dedução do leitor;

b) direcionar-se o foco do estudo para os anos finais do Ensino Fundamental, onde a questão da leitura /escrita parece ser menos investigada.

Os contos de humor foram inicialmente investigados pela Internet, que é hoje de maior acesso ao público jovem. Dos sítios “ Pensador.Infor” e “ Nova Escola”, recolheram-se cinco contos e a partir daí, foram selecionados três: dois de Luis Fernando Verissimo - “E por falar em ladrões de galinha...” e “ Caras novas”; e um de Moacyr Scliar - “O dia que matamos James”.

Por critérios de seleção, adotou-se ser o texto de reconhecida qualidade literária, tratar de temas do cotidiano do público-alvo, estar à altura da compreensão deste mesmo público e instigar a interpretação do leitor.

A opção pelo conto de humor, pelos acima selecionados e pelas estratégias metodológicas foi norteada pelas questões: Como os contos de humor podem incentivar os estudantes do Ensino Fundamental para realizarem atividades de leitura? Como se poderia trabalhar a produção de textos a partir desses contos de humor e de modo atraente para esse mesmo público?

Tais interrogações direcionaram a busca de um referencial teórico envolvendo os conteúdos de leitura e produção de texto, que orientaram a decisão pelo modelo das estratégias metodológicas propostas.

Para o delineamento das referidas metodologias foi utilizado o portal “Nova Escola” e o blog “Impacto da pedagogia moderna”, de onde se selecionou, com base no referencial teórico anteriormente referido, dois modelos de estratégia metodológica de ensino. Tais modelos foram reformulados e adequados para o trabalho com o conto humorístico nos anos terminais do Ensino Fundamental.

No que se refere à forma de abordagem desse estudo, optou-se pela qualitativa a qual:

[…] se preocupa com uma realidade que não pode ser quantificada. Ela trabalha com o subjetivo dos sujeitos ( crenças, valores, atitudes, etc). Esta abordagem também pode trabalhar com dados, porém o tratamento não deve envolver estatísticas avançadas. ( COSTA, 2001, p. 62).

As pesquisas no foco das propostas metodológicas, bem como o pensamento de autores sobre o trabalho didático da leitura, apontaram a perspectiva de se trabalhar com um tipo de estudo explicativo, sobre a qual diz Costa (2001, p.62): “[...] busca esclarecer que fatores contribuem, de alguma forma para a ocorrência de algum fenômeno”. Nesse caso investigam-se quais fatores metodológicos contribuem para incentivo da leitura/escrita.

3 RESULTADO E DISCURSÕES

3.1 Estratégias para o trabalho didático com a leitura

A primeira proposta metodológica é direcionada aos anos terminais do Ensino Fundamental e teve como tempo estimado três aulas. Embora envolva atividades de escrita, o privilégio recai no trabalho da leitura.

Em relação aos educandos, objetiva-se: a) estimular o gosto pela leitura; b) desenvolver a competência leitora, a sensibilidade estética, a imaginação, a criatividade e o senso crítico; c) levá-los a estabelecer relações entre o lido/vivido ou conhecido (conhecimento de mundo); d) revelar-lhes o diálogo entre literatura e tradição cultural; levar-lhes a perceber as particularidades que são atribuídas ao gênero conto de humor.

É importante relatar que os conteúdos se referem à leitura do texto literário, paráfrase, análise e interpretação. O conto humorístico sugerido é “O dia que matamos James” de Moacyr Scliar (1977), no que diz respeito a estratégia metodológica, a mesma foi inspirada em propostas da Revista Nova Escola.

A primeira etapa do desenvolvimento da atividade consiste em realizar sondagem oral para descobrir se o público-alvo já ouviu falar do autor Moacyr Scliar, se conhece alguma obra que o mesmo publicou e contos de humor. Levantados os conhecimentos prévios discentes, distribui-se resenha escrita sobre o autor e sua obra, propondo-se que os estudantes façam leitura silenciosa e destaquem aspectos que considerarem mais importantes. Na ocasião, negocia-se um prazo para a conclusão da atividade e início das discussões a respeito do que foi lido.

Na etapa seguinte, promove-se leitura compartilhada do conto “O dia em que matamos James” e pede-se aos estudantes que comentem oralmente suas impressões mais gerais. Após a leitura, estimulam-se os estudantes a discutirem oralmente sobre as principais ideias do texto, sua relação com o significado do título “O dia em que matamos James”, se elas se mantiveram ou foram alteradas ao longo da narrativa. Ao mesmo tempo, pede-se que justifiquem suas constatações e argumentos.

A terceira etapa corresponde à análise do conto “O dia em que matamos James”. Diz Weisz (2012), que essa análise deve ser precedida pela paráfrase, seguida de interpretação. Assim sendo, pode-se preparar essa etapa de maneira expositiva e dialogada, provocando os estudantes para fazerem a paráfrase escrita do texto. Essa paráfrase corresponde a um resumo do enredo, um "contar a história com as suas próprias palavras", por isso deve ser curta e objetiva, resumir-se ao essencial do fato narrado.

Para Weisz (2012), analisar é "desmontar" o texto, é verificar quais são as partes que o compõem e como elas se articulam. Cada obra literária tem inúmeros elementos que, articulados, a constituem. Nessa ocasião, não se pretende investigar todos, mas apenas alguns para demonstrar o processo de “desmontagem analítica do texto”, pois a análise deve possibilitar aos estudantes construírem argumentos que sustentem a interpretação que fizerem do conto lido. É a análise que vai conduzir o leitor através do seu raciocínio interno.

É importante também chamar a atenção dos estudantes para perceberem a obra de arte como um todo significativo, no qual a forma contribui para significar o conteúdo. Por isso, é preciso que o professor ressalte a contribuição que alguns aspectos formais possam vir a ter na elaboração do texto literário, especialmente no conto. Para tanto, o professor deve orientar os estudantes para atentarem para aspectos, dos quais: a) o como está sendo dito o que é dito; b) o tipo de narrador; c) a caracterização de algum personagem; d) o tempo e o espaço da narrativa; e) o tipo de discurso. Esses são alguns dos elementos formais indispensáveis para desvendar os mistérios mais imediatos do texto artístico, como salienta Weisz (2012).

Para trabalhar esse conteúdo que é a forma do conto literário, o professor pode organizar a turma em equipes, desafiá-las com perguntas, preparando-a para a etapa seguinte de interpretação, que é descobrir o que o autor diz por meio das lacunas e silêncios, nas entrelinhas. Ou seja, o resultado final da íntima relação entre forma e conteúdo.

O estudante precisa experimentar prazerosamente o processo de “desmontar” e “remontar” o texto literário para compreender sua natureza lúdica, apreciar o trabalho artístico da palavra e apreender os conteúdos formativos da Literatura, previstos por Candido (2002).

Orlandi (1999, p. 43) afirma que “[...] a leitura não é uma questão de tudo ou nada, é uma questão de natureza, de modos de relação, de trabalho, de produção de sentido, em uma palavra: de historicidade.” Partindo desse pensamento, podemos dizer que o gênero que o professor leva para sala de aula influência bastante no interesse do estudante pela leitura, uma vez que interfere diretamente nos modos de relação entre o leitor e texto.

O gênero conto, a linguagem mais próxima da realidade dos educandos de hoje e a abordagem humorística são recursos de motivação para as atividades leitoras no Ensino Fundamental. Mas o modo como o professor motiva os estudantes e conduz a atividade também pode ser uma estratégia para motivá-los:

Isso se consegue planejando bem a tarefa de leitura e selecionando com critério os materiais que nela serões trabalhados, tomando decisões sobre as ajudas prévias de que alguns alunos possam necessitar evitando situações de concorrência [...] e promovendo, sempre que possível, aquelas situações que abordem contextos de uso real, incentivem o gosto pela leitura e façam o leitor avançar em seu próprio ritmo para ir elaborando sua própria interpretação [...] (KRIEGL, 2002, p.43).

A partir da leitura dos contos de humor, os estudantes podem adquirir gosto pela leitura, e posteriormente buscarem outros gêneros para ler por conta própria. Cabe ao professor conduzir o jovem leitor para desenvolver intimidade com o texto até que ele adquira, através do hábito, o perfil de leitor experiente, e junto com essa conquista vem uma série de outras, como defende Kleiman (2000, p. 51):

O leitor experiente tem duas características básicas que tornam a leitura uma atividade consciente, reflexiva e intencional: primeiro, ele lê porque tem algum objetivo em mente, isto é, sua leitura é realizada sabendo para que está lendo, e, segundo, ele compreende o que lê, o que seus olhos percebem seletivamente é interpretado, recorrendo a diversos procedimentos para tornar o texto inteligível quando não consegue compreender.

A citação acima apresenta aspectos também importantes a serem considerados nas atividades escolares de trabalho da leitura que subsidiaram as estratégias propostas acima.

3.2 Estratégias para o trabalho didático com produção de texto escrito

A segunda proposta de trabalho didático com contos de humor privilegia a produção de textos, despertando o gosto pela escrita e a criatividade de discentes que cursam os anos finais do Ensino Fundamental.

Propõe uma “gincana de escrita”, com duração de cinco aulas, por meio da qual o professor motivaria seus estudantes para diferentes atividades de registro: comentário, resumo, reconte, texto de opinião, reportagem. Breve regimento, prevendo tarefas, tempo de realização, critérios de avaliação e escores das atividades de escrita previstas seriam negociados em sala de aula, sistematizados e divulgados já com o auxílio dos estudantes.

A primeira atividade da gincana seria uma pesquisa prévia sobre o autor brasileiro Luis Fernando Veríssimo e deveria resultar em breve comentário escrito.

Na aula seguinte, o professor distribuiria entre os estudantes os contos impresso “E por falar em ladrões de galinha...” e “ Caras novas,” ambos do autor que pesquisaram, Luis Fernando Veríssimo.

Depois de lidos, o professor promoveria uma discussão coletiva sobre o narrador de tais contos e a abordagem que ele dá à narrativa. Proporia a listagem dos personagens, principais e secundários, dos dois contos, bem como a caracterização deles a partir da fala do narrador original. Para instigar a imaginação dos estudantes e motivá-los para as atividades de produção do texto escrito, o professor poderia questioná-los acerca da hipótese de mudança de abordagem ou dos rumos da narrativa caso cada um dos participantes das histórias contasse o que aconteceu.

Como exemplo, o professor poderia citar o conto “Caras novas”, tornando o aeroporto como narrador curioso sobre quem são e o que fazem as pessoas que ocupam seu espaço, focando seu olhar em uma delas. Com base nessa motivação, desafiaria os estudantes para escreverem um reconte do conte. Para tanto, deveriam escolher um dos personagens dos contos de Veríssimo para ser um novo narrador do enredo, considerando as características que lhes foram dadas no conto original.

As atividades seguintes da gincana seriam a escritura de textos de opinião sobre os contos lidos e os contos produzidos, bem como a criação de um conto de humor com base num fato cotidiano.

Concluídas as atividades da gincana, o professor motivaria os estudantes a avaliarem oralmente os resultados e como poderiam ser melhorados em outros projetos escolares.

Percebemos que as práticas de produção textual, tanto na oralidade e como na escrita, são necessárias para que o individuo faça uma reflexão acerca da linguagem, assim as metodologias aplicadas às produções de textos devem ser plenamente planejadas, inclusive para levar o estudante a reconhecer a importância da leitura e da produção textual. Quando a leitura se torna um hábito, o estudante tem maiores possibilidades de produzir diferentes gêneros.

O uso de metodologias variadas, desafiadoras e adequadas à capacidade discente desperta o interesse do estudante pelas atividades de escrita e leitura, auxilia-o a compreender os conteúdos e a adequá-lo às suas necessidades. Segundo Miranda ( 1977, p. 31) “O homem apreende com o mundo. Reinventa-o, Organiza-o. Enfim, usando a palavra como alavanca, ergue-se de sua dimensão interior e relaciona-se com a humanidade”.

Motivar é saber como aproveitar o potencial de cada educando, seus conhecimentos e habilidades, para despertar neles o interesse para realizar as atividades escolares que lhes são propostas. E o papel da escola pressupões essa habilidade de bem conduzir a aprendizagem discente, como adianta Marcushi (2008, p.53):

É obvio que se a escola tem como missão primária levar o aluno a bem se desempenhar na escrita, capacitando-o a desenvolver textos em que os aspectos formal e comunicativo estejam bem conjugados, isto não deve servir de motivo para ignorar os processos de comunicação oral. A razão é simples, pois desenvolver um texto escrito é fazer as vezes do falante e do ouvinte simultaneamente. Mesmo que o texto escrito desenvolva um uso linguístico interativo não do tipo comunicativo face a face, deve, contudo, preservar os papeis que cabem ao escritor e ao leitor para cumprir sua função, sob pena de não ser comunicativo.

Como prevê a citação acima a produção discente é, antes de tudo, um recurso comunicativo e como tal devem ser tratadas no interior da escola. Ou seja, a essa produção deve ser dada uma finalidade social, que as motive eficientemente, como é o caso de uma gincana que envolve diferentes leitores dos textos produzidos, evitando que se restrinja à leitura apreciativa do professor. Segundo Geraldi ( 2006, p.65) “[...] a produção de textos na escola foge totalmente ao sentido de uso da língua: os alunos escrevem para o professor (único leitor quando lê os textos). A situação da língua é, pois, artificial”.

Nos últimos anos essa realidade começa a mudar a partir de estudos realizados por educadores e linguístas, que sugerem novos procedimentos de ensino da produção discente a partir de aspectos antes desconhecidos dos professores.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O baixo nível de leitura dos estudantes e a baixa qualidade de suas produções textuais é uma temática que vem sendo discutida desde o século passado. Esse fato influenciou a realização de pesquisas em busca de novas propostas pedagógicas promotoras de mudanças significativas no ensino, especialmente na educação básica. Esta pesquisa pode ser considerada um exemplo do mesmos.

Com a realização deste trabalho pode-se constatar que o objetivo proposto foi alcançado parcialmente, sendo necessário ser colocando em prática para comprovação de sua eficácia. Através dos estudos teóricos pode-se propor metodologias que têm como objetivos entre outros: estimular o gosto pela leitura, desenvolver a competência leitora, a criatividade, estabelecer relações entre o lido e o vivido e incentivar a produção textual. Alcançar tais objetivos é de suma importância, tanta na vida do docente como também na do discente, visto que o ato de ler favorece as demais disciplinas.

O professor que tem como meta a melhoria na qualidade do ensino, deve ter em mente que é preciso ir além da didática tradicional, e buscar novas estratégias para tornar seu fazer envolvente e eficaz. Sendo assim, o primeiro passo é buscar conhecimentos que o levem à transformação de sua prática cotidiana, ponto significativo desta pesquisa.

5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

COSTA, Marco Antonio F. da; COSTA, Maria de Fátima Barroso da. Metodologia da pesquisa: conceitos e técnicas. Rio de Janeiro: Interciência, 2001.

GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 2.ed. Cascavel: Assoeste, 1984.

__________ Unidades básicas do ensino do português. 3ª ed. São Paulo. 2003.

KLEIMAN, Angela. Oficina de Leitura: teoria & pratica. 7ed. Campinas, São Paulo: Pontes, 2000.

KRIEGL, Maria de Lourdes de Souza. Leitura: um desafio sempre atual. Revista PEC, Curitiba, v. 2, n.1, p. 1-12, jul. 2001-jul. 2002.

LAKATOS, Eva Maria.; MARCONI, M. de A. Metodologia do trabalho científico. 5.ed. ver. Ampl. São Paulo: Atlas, 2001. p. 43-44.

MARCUSHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola. 2008.

MIRANDA, José Fernando. Arquitetura da redação. 5. ed. São Paulo: Discubra, 1977.

ORLANDI. Eni P. Discurso e leitura. São Paulo:Campinas: Cortez/Edunicamp, 1988/1989.

Paulo Ricardo Silva, VANABIA ALVES, REJANIA BERLANDIA, ITALO MOISES e ELLEN JANINE
Enviado por Paulo Ricardo Silva em 08/12/2012
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