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Marcio Barbosa

19 h ·

Há dois anos iniciei três pesquisas, motivado pela quantidade de casos que vi e as divulgo, para que possam ajudar meus leitores.

A primeira surgiu pela presença ao exame clínico que faço e descobri um número grande de pessoas com hérnia de disco lombo sacra e percebi que mesmo pessoas novas as apresentavam.

Buscando ver o motivo de seu aparecimento, percebi que a maioria usava cintos muito apertados.

Ao constatar isto, idealizei que devido ao desprezo, em usar um suspensório, pois achavam feio usá-los recomendei que mandassem fazê-los em tecido jeans, cor da pele, que seriam usados debaixo da camisa e abaixo da cintura, onde, na camisa seriam feitas três casas mais largas, por onde passariam as hastes e se prenderiam em botões internos nas calças.

Tal medida com medicação específica, trouxe melhora a bastante casos.

Fica portanto um alerta: Evite cintos apertados e evite este problema

A segunda, surgiu pela presença constatada de varizes nas pernas, principalmente próximas aos tornozelos, com a presença de pequenos coágulos.

Baseado no estudo anterior, escrevi para diversas fábricas de meias, para que passassem a fazem meias sem “pulso” (menos apertadas). Fui atendido por algumas e tive o prazer de receber muitos pares de meias sem pulso, das informadas.

Para quem não conhece, ou não quer se preocupar com isto, fica a minha recomendação: “Não usem meias esticadas, pressionando a circulação. Estou constatando casos de melhoras sensíveis.

Minha terceira ideia surgiu ao ir ao supermercado com meu netinho, que ao passarmos diante de uma farmácia acoplada ao vendedor de poli nutrientes, me pediu para que comprasse para ele um pouco de Tabletes Adams. Fiquei surpreso e perguntei-lhe se não eram pastilhas, ao que respondeu ser um chiclete com sabor das pastilhas. Como eram baratos, comprei uma quantia boa e “raptei” cinco para mim. Coloquei um tablete na boca e mastiguei-o até acabarem as compras e chegar em casa, onde o sabor estava fraco. Coloquei outro tablete na boca, dei três mordidas e a ideia questionadora surgiu: “Será que se os fumantes usassem os tabletes, demorando um pouco mais para em seguida fumar, isto não reduziria o consumo de cigarros?”

Passei a ideia a meus clientes, mesmo os não fumantes e pedi que espalhassem a notícia. Apesar de termos muitos que só diminuíram o consumo, temos casos registrados de pessoas que abandonaram o vício, algumas não usando mais os tabletes.

Quando eu divulguei a ideia, pedi aos clientes que ao passá-las adiante, pedissem ao usuário as iniciais do seu nome, sua idade, o consumo inicial e posterior ao uso das pastilhas.

Já estamos obtendo um abandono/diminuição do uso em 25% dos informados, sendo que alguns preferiram trocar por outros chicletes.

Estes dados só me levam a crer que temos que ser úteis à humanidade, para tentarmos fazer com que se sintam mais protegidos e não apenas explorados pela politicalha canalha, bem como não estou fazendo propagandas minhas. Minha especialidade principal é a psiquiatria, mas procuro mostrar aos recém-formados, que não temos que saber só uma especialidade, mas nos inteirarmos de tudo que pudermos. Este conselho, eu percebi e o divulgo para todas as profissões, não só para a medicina.

Um abraço com alegria.

Dr. Marcio Funghi de Salles Barbosa

Terapias Psiquiátricas.

drmarcioconsigo@uol.com.br