É ALARMANTE A DEVASTAÇÃO NA AMAZÔNIA
 


A humanidade, no século XXI, assistiu quase de perto (por tele imagem), as profundas transformações degradantes no meio ambiente, oriundas da crise ambiental mundial.
 
O efeito do aquecimento global produz, numa civilização, um impacto devastador na vida humana, gera risco à saúde e das futuras gerações.
 
A Amazônia, na qual era chamada: “O pulmão do mundo”. Hoje, com o acréscimo da devastação, salvo engano, deve estar indignada.
 
 A crescente desarmonia na relação do homem com a natureza persiste impor à natureza somente obrigações e a isenta de seus direitos.
 
Essa corrente filosófica reforça uma “verdade absoluta“ imposta pelo homem com uma força antropocêntrica (segundo o qual o homem é o centro do universo).
 
A nossa própria Constituição Federal Brasileira (1988), dita no Art.225, caput: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente ao equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo às presentes e futuras gerações”.
 
Com as ferramentas da hermenêutica (interpretação correta da lei). No Art.225, acima, é notável a presença do sistema antropocêntrico. Este limita aos seres humanos a exclusividade de interesse e proteção ao meio ambiente. Contudo, a norma ignora a qualidade ambiental aos demais seres vivos.
 
Há de se averiguar que, o sistema antropocêntrico, não é uma verdade absoluta, por isso está anacrônico. O homem e a natureza fazem parte dos ecossistemas e ambos precisam viver, por serem seres vivos, assim como nós seres humanos.
 
Enquanto não houver uma emenda constitucional rigorosa alegando os direitos para todos seres vivos, haverá um escape na lei. E a preservação da natureza estará ameaçada, mesmo sabendo, que a natureza é vital  à vida de todos