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A pesca e o pescador - informação e humor (Marco Antonio Nepomuceno)

           "Marco Antonio Nepomuceno Silva"

         É com extrema alegria que abro esta coluna. Forma simples, mas pura, de homenagear os colegas de aventuras. Evitarei, neste momento, citar nomes; para não correr o risco de esquecer alguém. Agradeço à todos que já me proporcionaram momentos felizes e aos que ainda o farão.
Não pretendo relatar histórias, mas não descarto a possibilidade. A intenção básica é trazer informações que orientem e empolguem os novatos para praticar o esporte e manter os mais tarimbados informados das novidades de mercado. O tempo dirá a que veio, realmente, esta coluna. Quem determinará suas diretrizes são os elementos que compõe o segmento que ela representa. Sou apenas o porta-voz e fico feliz com isso. Se preencher algum vazio, certamente fará eco.
Mas, enfim, o que é pescar? Para muitos é uma prática de quem não tem nada a fazer. Puro engano, pescar é arte, é o artesão em silêncio a empatar seu anzol, confeccionar suas bóias e arrumar suas tralhas, é o pintor sem pincel, é o fotógrafo sem máquina.
Enfim, ser pescador é respeitar, em primeiro e único lugar, o meio-ambiente. Você faz isso?
Ótimo, seja bem-vindo! Você sabe que devemos nos adaptar à natureza e não o contrário.
        Como pescar é arte, vamos à culinária numa receita simples de massa para pesque-pague.

Ingredientes:
1kg de ração de peixe triturado,
1kg de farinha de mandioca,
400g de farinha de trigo,
400g de amendoim triturado e torrado,
1kg de açúcar cristal,
1 copo de groselha.

Como fazer
Misture todos os ingredientes sólidos com a groselha e coloque na geladeira. Na pesca, misture na água do lago, para  transformá-la numa massa que não escape do anzol.
Boa Sorte!
Fonte: Revista Troféu Pesca, nº 249

Curiosidade
Novalgina milagrosa. Se levar uma ferroada de mandi, pingue algumas gotas no ponto atingido pelo ferrão e... adeus dor.

                     Piada
          Um homem da cidade, cansado do corre-corre, pega seu carro e sai sem destino sentido interior.
          Num determinado ponto, já bem distante, vê um bonito lago. Pára o carro e desce para  olhar. Não vê ninguém. Abre o porta-malas e tira sua tralha de pesca.
          Pega o banquinho, desce, se ajeita no banco e arremessa.
          Após algum tempo, percebendo estar sendo vigiado, olha para trás e pergunta:
- Moço, é proibido pescar aqui? O caipira respondeu:
- Não, é milagre! Nunca teve peixe neste lugar...

            Locais de pesca em Salesópolis:
Aterrado, Pinheirinho, Usina (rio Tietê – pesca tilápia, cará, lambari);
rio Paraitinga – pesca lambari durante o dia e bagre à noite.
Pesque-pague do Flávio do “Totó Bonito” na estrada que vai para a represa (bairro do Fartura).




A Estância de Sallis
Enviado por A Estância de Sallis em 20/03/2006
Reeditado em 01/04/2006
Código do texto: T126029
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Sobre o autor
A Estância de Sallis
Salesópolis - São Paulo - Brasil
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A Estância de Sallis