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O esforço de Pelé

Se considerarmos os anos de atividade produtiva de um atacante de futebol, o número de jogos oficiais de que ele poderá participar e o fato de que ainda que ele seja um goleador nato, não há a mínima possibilidade de esse jogador, durante toda a sua carreira, marcar mais de mil gols.

Eis uma afirmação falsa. Pelé conseguiu. Foram 1.281 gols. A que se deve isso?

Do livro Torne Possível o Impossível [ de Alkíndar de Oliveira, Butterfly Editora - fone ( 0 xx 11 ) 6684-9392 ], extraí algumas curiosidades do Rei Pelé, que trago aos leitores. O autor, por sua vez reproduziu dados de reportagem da Folha de São Paulo (23/08/97) e da revista Placar (março de 1999).

Observem os curiosos dados:
a) Único jogador que conseguiu ultrapassar a marca dos 1.000 gols.
b) De tanto treinar, aprendeu a chutar muito bem tanto com a perna direita quanto com a perna esquerda.
c) Ao cabecear a bola, treinou cabecear com os olhos abertos (a tendência natural é fechar os olhos), para ter melhor visão de jogo.
d) De tanto treinar, passou a ser também um bom jogador de defesa e um excelente goleiro.
e) Apesar da genialidade, Pelé sempre foi humilde, colocando-se naturalmente apenas como um dos integrantes da equipe.
f) Considerando-se um eterno aprendiz, Pelé conversava com os jogadores mais velhos, procurando aprender com a experiência deles.
g) Em 21 anos de carreira conquistou 59 taças. Por tres vezes participou como goleiro em jogos oficiais e saiu invicto.
h) Aos 21 anos já tinha chegado aos 500 gols. Romário, para comparar, só chegou aos 500 gols com 31 anos e Bebeto aos 35.
i) Vários Presidentes americanos quiseram apertar a mão do Rei e dois Papas abriram as portas do Vaticano para recebê-lo.
j) Pelé corria 100 metros em 11 segundos, saltava 1,80 metro de altura, 6,50 em distância, jogava com competência basquete, vôlei e qualquer outro esporte.


Fontaine, atacante francês e artilheiro da Copa de 58 afirmou: "Quando vi Pelé jogar, tive vontade de pendurar as chuteiras..."

Não preciso estender-me. Todo brasileiro sabe do valor de Pelé, conhecido mundialmente. Qual a lição e tirar desse exemplo de vida?

Sou bom nisto? Posso ser melhor ainda!
Você é bom no que faz? É possível ser melhor ainda.
Não nos acomodemos com as circunstâncias. É possível sim tornar possível o impossível.
Portanto, caro leitor, mãos a obra no próprio aperfeiçoamento daquilo a que se dedica. Dedicação a algo, seja lá o que for, coroa de êxito ao final de algum tempo.

Lute, trabalhe, continue... Viver, meu caro, minha cara, vale a pena. Há muito por fazer.
 
Orson
Enviado por Orson em 22/03/2006
Código do texto: T126786
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Sobre o autor
Orson
Matão - São Paulo - Brasil, 56 anos
298 textos (94306 leituras)
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