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O QUE FAZER COM UMA PROSTITUTA?

ESTA TALVEZ SEJA A SUA HISTÓRIA

 

 

Um certo dia em um país muito distante (Israel) algumas pessoas religiosas trouxeram a presença de um “juiz”, uma mulher que estava traindo a seu marido. Naquele país, uma mulher que cometesse tal ato era considerada pela Lei como digna de morte por apedrejamento. Os religiosos estavam prontos para julgar aquela mulher adúltera e queriam a sua condenação. Eles disseram ao “juiz”: Mestre, esta mulher foi encontrada adulterando a Lei manda que a apedrejemos, e tu que dizes?

Desde épocas remotas que as prostitutas (as que fazem do sexo uma profissão), as adúlteras (as que traem seus maridos), os ladrões, etc. se incluem em um grupo de pessoas que a sociedade tenta condenar, reprovar e, se possível, teoricamente, até eliminar do seu meio.

Na história desta mulher, entretanto, aquele “juiz” a quem cabia o julgamento e a decisão final, tomou uma atitude no mínimo surpreendente. Ele olhou ao redor de si mesmo e viu a adúltera e um grupo de pessoas, que se auto-considerava justo, e disse: “Entre vocês quem não tiver falta - em outras palavras, quem não tiver pecado - condene esta mulher atirando a primeira pedra”.

É interessante o final do julgamento: todos, desde o mais velho ao mais moço, saiu de cabeça baixa reconhecendo que eram, igualmente, pecadores. Quando o “juiz” levantou a cabeça, só restava ali a mulher adúltera.

Esta cena expõe a hipocrisia da sociedade em que vivemos, não é verdade?

Prostitutas, ladrões, adúlteras... alista de segregados é imensa. Talvez você esteja incluido numa dessas categorias que o mundo discrimina. A sociedade chama a prostituta de “mulher de vida fácil”. Caso você seja uma delas, sabe muito bem que os mesmos que te procuram para saciar seus prazeres carnais são aqueles que te condenam e te chamam com palavras pejorativas, como “mulher de programa”, por exemplo.

Escuta aqui, aquele “juiz” que mandou que os outros atirassem a primeira pedra, não disse que a mulher estava agindo corretamente, mas conhecendo a fraqueza dela e a sua debilidade lhe deu uma chance de recuperar-se; Ele disse: “Mulher, onde estão os teus acusadores? Nenhum te condenou? Ela respondeu: Nenhum, Senhor. Então ele disse: “Eu também não te condeno”. Em seguida ele lhe deu um conselho, dizendo: “Vai e não peques mais”.

Hoje este “juiz” é o único nesta sociedade que te olha dentro da tua situação e, entendendo o que estás passando, diz: “Eu também não te condeno”; em seguida, ele te dá um conselho dizendo “deixa esta vida e não peques mais”.

Podemos conversar com Ele agora mesmo, no lugar onde estivermos (Ele não se preocupa se nesse exato momento estamos em nossa debilidade). A prostituta pode dizer: “Senhor Jesus, eu sou esta mulher que tenho levado a minha vida neste pecado, perdoa-me e aceita-me para ser tua, unicamente tua”.

Sabes o final da história daquela mulher? Jesus andou por todo aquele país ensinando como se deve amar a Deus e servi-lo. Sabes quem o acompanhava? Justamente aquela mulher, junto com muitas outras. Ela ia servindo a Ele e a seus discípulos ensinando ao mundo o que é o verdadeiro amor.

Ela entendeu que o que se chama de amor na sociedade é completamente diferente do amor de Deus. Esse amor é capaz de romper todas as camadas, cascas, chegando ao âmago do teu ser e te alcançar aí mesmo na tua debilidade.
djalma marques
Enviado por djalma marques em 31/03/2006
Reeditado em 22/03/2011
Código do texto: T131718

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Sobre o autor
djalma marques
Recife - Pernambuco - Brasil
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