FIM DE ANO, UM RECOMEÇO

Outubro, novembro, dezembro... Aproxima-se o final de mais um ano. O clima natalino começa a pairar nas lojas, nas ruas, em nossas casas. É tempo de confraternizações, viagens: é tempo de festa!

É um momento muito propício, também, para que façamos uma verdadeira auto-avaliação. Uma auto-avaliação das nossas vidas, nas diversas funções que desempenhamos social e profissionalmente. Afinal de contas, se está findando mais um ano de convivência! Conhecemos um universo de pessoas, interagimos com várias delas e, certamente, acrescentamos algo mais em nossas vidas e nas vidas dos que nos cercam.

Em meio a esse clima, será que já podemos ter aquela sensação do dever cumprido? Dedicamo-nos potencialmente a nossa família, aos nossos próximos ou fomos egoístas? Magoamos alguém e esquecemos ou nos esforçamos em reconstruir o amor, aquela amizade arruinada? Fomos relapsos nos estudos ou nos dispusemos ao conhecimento, permitindo à escola passar por nossas vidas e não, simplesmente, passamos por ela? Em relação ao trabalho, nós, profissionais, temos plena consciência de quando somos bons ou maus profissionais. Qual nossa avaliação nesse sentido?

Isso tudo é a dinâmica da vida! O que realizamos ou não realizamos, agora, é passado. Mas construção e reconstrução são habilidades inatas do ser humano; então, o que não podemos é viver lamentando aquilo que não deu certo ou se vangloriando das conquistas: devemos sim encarar o porvir como um novo desafio, como um vasto campo de possibilidades.

Natal, confraternizações, réveillon, novas promessas, novos sonhos (os antigos também!), novas metas. Vamos nos dedicar a pensar nisso com mais humanidade, com mais amor e pensando sempre com otimismo: eu quero, eu posso, eu vou adiante.

Quais seus planos para o novo ano que se aproxima?

Charlie Cardoso, professor.